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Solimar Carneiro, fundadora do Geledés Instituto da Mulher Negra, morre aos 66 anos

A informação foi divulgada pelo próprio instituto na quarta-feira (12)

Solimar Carneiro, uma das fundadoras e diretora do Geledés Instituto da Mulher Negra, morreu nesta terça-feira (11) aos 66 anos. “Faz sua passagem para o Orun”, publicou o perfil oficial da instituição para anunciar o falecimento da Ativista anti-racista, que foi diretora por dois mandatos, entre 2003 e 2009.

“Expressamos nosso carinho e gratidão por todos os momentos compartilhados com essa companheira, irmã, tia e amiga. Descanse em paz, Soli. Seu legado continuará a ser uma fonte de inspiração para as diferentes gerações de Geledés”, diz a postagem sobre a morte da ativista anti-racista, que foi diretora por dois mandatos, entre 2003 e 2009, defensora da inclusão de pessoas negras no mercado de trabalho e que se dedicou a criar oportunidades por meio da promoção de cursos.

Solimar atuou em projetos de inclusão racial e valorização da cultura afro-brasileira, entre eles o Projeto Grio e o Projeto Rappers, com o objetivo de consolidar o Hip-Hop como manifestação cultural e plataforma de expressão da juventude negra. Deu início, também, ao Promotoras Legais Populares (PLPs) de Geledés, que capacita mulheres pretas a exercer a cidadania plena e se protegerem das diversas formas de violência e discriminação de gênero e raça.

O velório acontece no Cemitério Memorial Parque Paulista, em Embu das Artes. O enterro está no mesmo local às 15h.

“A morte de Solimar Carneiro é uma perda irreparável para o movimento negro e o movimento de mulheres negras. Geledés Instituto da Mulher Negra e todos aqueles que tiveram o privilégio de trabalhar ao lado de Solimar Carneiro expressam profundo carinho por todos os momentos memor

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